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Dissolvendo conteúdos de interesse plural

Calendário de Aulas 1ª PERÍODO – Semana de 3 a 6 de Agosto de 2010

Dia Data Horário Disciplina Docente
Terça 03/08/2010 19h às 22:30h Editoração Profª LÍVIA LENZI
Quarta 04/08/2010 19h às 22:30h Introdução à Informática
Quinta 05/08/2010 19h às 22:30h Introdução à Biblioteconomia e à Ciência da Informação Profº MARCOS
Sexta 06/08/2010 19h às 22:30h Língua Portuguesa
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Além de caros, não são indicados para uso constante.

netsbooksAs tarefas de escritório são as que os netbooks desempenham com freqüência, e para estas não há diferença de desempenho entre os modelos testados, já que todos trazem configurações bem parecidas. Entretanto, a praticidade tem um preço: além do alto valor, os netbooks são indicados apenas para uso esporádico.

Tela reduzida
Os netbooks testados têm telas de 10,1″, ou quase 26 cm de diagonal.

Configuração enxuta
O tamanho compacto e peso reduzido deixam os netbooks bem “básicos”, sem leitor de CD ou DVD, com menos memória que os laptops e processadores mais lentos.

Sem mudanças de sistema
Não é possível mudar em algumas marcas: o HP não aceitou o Linux e o Samsung não aceitou o Vista.

Pouca versatilidade
Apesar de todos trazerem as mesmas quantidades de entradas USB e conexões, apenas Lenovo e LG compartilham arquivos via Bluetooth com outros aparelhos com a mesma
tecnologia. Além disso, somente o LG também traz entrada Smart Link, que serve como um modem de 56 KB.

Conexão lenta
A placa do netbook da Lenovo tem velocidade máxima de 36 Mbps, enquanto Asus e LG conectam-se a no máximo 54 Mbps e HP a 48 Mbps. Nenhum dos modelos consegue se conectar com obstáculos de concreto entre ele e o ponto de acesso. Na conexão Wi-Fi, LG recebia 20% do sinal a 30m de distância, enquanto o Asus só recebia 2%. A 45 metros, nenhum se conecta.

Conforto zero
Devido à tela reduzida e ergonomia, não é recomendável substituir seu PC por um netbook – ou ter o netbook como única opção de computador.

Nada de jogos
Os netbooks testados não possuem capacidade gráfica para a instalação de jogos.

Gráficos limitados
Os recursos gráficos são suficientes para navegar na internet e rodar programas básicos. Programas de edição de imagens, que exigem muita memória, não funcionam bem nos netbooks.

Preço salgado
Os preços dos modelos avaliados variam entre R$ 999 e R$ 1.699, bem acima do valor encontrado em outros países.

Fonte: Info PRO TESTE

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A história de ousadia do profissional que recusou 13 propostas de emprego e um salário 40% maior para trabalhar numa empresa desconhecida

O pedreiro Sidnei (à esq.), 34 anos, e o executivo Marcelo, 32: uma decisão de carreira fora do comum - Crédito: Raul Junior

O pedreiro Sidnei (à esq.), 34 anos, e o executivo Marcelo, 32: uma decisão de carreira fora do comum

Em maio do ano passado, o engenheiro civil mineiro Marcelo Miranda, de 32 anos, voltava de uma temporada de quase dois anos de estudos na Universidade Stanford, na Califórnia, onde fazia mestrado em administração e negócios, para um ciclo de entrevistas de emprego no Brasil. Como queria regressar ao país após a conclusão do curso, ele vinha mantendo contato com amigos e ex-colegas de trabalho.

Antes mesmo de desembarcar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, tinha 17 conversas agendadas com executivos de grandes multinacionais. No final de sete dias de reuniões, cafezinhos, almoços e jantares, Marcelo recebeu 13 propostas de emprego para trabalhar em grandes empresas brasileiras e multinacionais com escritório no país. Marcelo, no entanto, acabou optando por trabalhar numa empresa pequena, desconhecida e cuja sede fica em Porto Velho, Rondônia — a construtora BS, fundada pelo catarinense Sidnei Borges dos Santos, de 34 anos, que começou a vida como pedreiro.

O salário atual de Marcelo é 40% mais baixo do que a média das ofertas que ouviu. Os benefícios, bem mais magros — nada de carro, a que teria direito como executivo de uma grande empresa, de bônus polpudos ou pacote de ações por resultados.

Apesar da pouca idade, Marcelo tem um currículo respeitável. Do tipo que faz brilhar os olhos de qualquer profissional de recursos humanos. Ele é formado por uma boa escola, a Universidade Federal de Minas Gerais, e tem vivência no exterior, estudou recentemente nos Estados Unidos e passou quatro anos no Iraque, onde seu pai esteve a trabalho. É fluente em inglês e já ocupou posições de liderança bastante desafiadoras pelas empresas por onde passou — Andrade Gutierrez, MRV e Caenge, obtendo bons resultados em todas elas.

Até agora, sua trajetória de carreira se assemelha à de milhares de jovens profissionais que souberam aproveitar as oportunidades que tiveram. Marcelo não vem de uma família rica, seu pai é um consultor que criou os três filhos sem grandes extravagâncias, nem teve “padrinhos” que lhe abrissem as portas do mercado de trabalho. Tudo que conseguiu foi pelo seu esforço e próprio mérito.

O engenheiro abriu mão do status de executivo na maior vitrine profissional do país para se juntar a um empreendedor visionário, que criou um método de construção inovador, usando moldes, como se fossem formas de bolo, para construir casas pré-fabricadas de 36 a 120 metros quadrados. O menor módulo custa 40 000 reais. O maior sai por 250 000 reais. O sistema de produção se assemelha ao deuma linha de montagem de carros. Com esse sistema, a BS Construtora, fundada em 1994, fabrica atualmente 19 casas por dia. A decisão de Marcelo de se juntar a Sidnei é emblemática, pois quebra alguns paradigmas.

O primeiro deles trata da percepção de que as maiores oportunidades de carreira estão nas grandes corporações. Centenas dos melhores profissionais que saem das universidades brasileiras consideradas de primeira linha pelo ranking do Ministério da Educação se engalfinham na seleçãodos programas de trainee, cujo foco é rejuvenescer a liderança nas empresas. No ano passado, o programa de trainee da AmBev teve 60 000 candidatos, o da Unilever teve 48 000 inscritos e o da Natura, cerca de 20 000. O segundo paradigma que a decisão de Marcelo contradiz é o de que as melhores oportunidades estão nas grandes metrópoles, principalmente nas grandes cidades da região Sudeste. A descentralização de empresas e empregos que está em curso no Brasil tem aberto mais postos de trabalho— para técnicos e executivos — fora do eixo Rio-São Paulo, principalmente no Norte e Nordeste do país.

A opção de Marcelo pela BS também vai de encontro à percepção de que as melhores oportunidades de aprendizado profissional estão nas multinacionais e nas grandes empresas nacionais. As pequenas e médias empresas brasileiras, que são as maiores empregadoras do país, vêm se profissionalizando em uma velocidade cada vez maior. Elas oferecem atualmente ótimas condições de crescimento e desenvolvimento, muitas vezes com maior autonomia operacional e de tomada de decisão do que nas empresas maiores. Por último, Marcelo escolheu trabalhar em uma construtora cujo foco são as classes de baixa e média renda no Brasil, um segmento econômico em expansão, em que a maioria das empresas deseja conquistar clientes.

Ainda assim, Marcelo pode quebrara cara. Ele, no entanto, parece não seimportar com isso. Acredita ter tomadoa decisão correta, que faz mais sentido para suas ambições pessoais. Outro ponto que conta muito, na avaliação do engenheiro, é a relação de confiança que tem com Sidnei, o fundador. Essa relação teve início durante a negociação que antecedeu a contratação de Marcelo e vem se consolidando no dia a dia. Todo o processo que levou Marcelo a aceitar a proposta de Sidnei tem muito a ensinar.
A primeira conversa entre os dois se deu em maio do ano passado, num restaurante na zona sul de São Paulo. Sidnei estava acompanhado da esposa, Eliane, sua sócia. Marcelo estava no Brasil para um ciclo de 17 entrevistas, que resultaram em 13 propostas de emprego (sendo uma delas para o cargo de diretor financeiro em uma gigante americana), mas ainda morava na Califórnia, nos Estados Unidos.
O engenheiro estava próximo de concluir um mestrado na Universidade Stanford. Muito ligada a empresas do Vale do Silício e com forte conteúdo de empreendedorismo, a escola é celeiro de profissionais brilhantes e inovadores, entre eles Sergey Brin, Larry Page e Orkut Buyukkokten – os dois primeiros são fundadores do Google e o último, criador da rede social que hoje pertence ao Google. A BS era das últimas conversas na lista e Marcelo quase descartou o encontro. “Quando o Sidnei me telefonou, já não tinha mais agenda”, lembra. O engenheiro topou porque se comoveu com a disposição de Sidnei e Eliane, que se deslocaram de Porto Velho para São Paulo. A conversa durou cinco horas. Marcelo ficou de dar uma resposta e voltou para os Estados Unidos para se encontrar com a mulher e o filho. Cinco dias depois, aceitou a proposta. Em três semanas, ele desembarcou em Porto Velho para ser vice-presidente da BS.

Ainda assim, Marcelo pode quebrara cara. Ele, no entanto, parece não seimportar com isso. Acredita ter tomadoa decisão correta, que faz mais sentido para suas ambições pessoais. Outro ponto que conta muito, na avaliação do engenheiro, é a relação de confiança que tem com Sidnei, o fundador. Essa relação teve início durante a negociação que antecedeu a contratação de Marcelo e vem se consolidando no dia a dia. Todo o processo que levou Marcelo a aceitar a proposta de Sidnei tem muito a ensinar.
A primeira conversa entre os dois se deu em maio do ano passado, num restaurante na zona sul de São Paulo. Sidnei estava acompanhado da esposa, Eliane, sua sócia. Marcelo estava no Brasil para um ciclo de 17 entrevistas, que resultaram em 13 propostas de emprego (sendo uma delas para o cargo de diretor financeiro em uma gigante americana), mas ainda morava na Califórnia, nos Estados Unidos.
O engenheiro estava próximo de concluir um mestrado na Universidade Stanford. Muito ligada a empresas do Vale do Silício e com forte conteúdo de empreendedorismo, a escola é celeiro de profissionais brilhantes e inovadores, entre eles Sergey Brin, Larry Page e Orkut Buyukkokten – os dois primeiros são fundadores do Google e o último, criador da rede social que hoje pertence ao Google. A BS era das últimas conversas na lista e Marcelo quase descartou o encontro. “Quando o Sidnei me telefonou, já não tinha mais agenda”, lembra. O engenheiro topou porque se comoveu com a disposição de Sidnei e Eliane, que se deslocaram de Porto Velho para São Paulo. A conversa durou cinco horas. Marcelo ficou de dar uma resposta e voltou para os Estados Unidos para se encontrar com a mulher e o filho. Cinco dias depois, aceitou a proposta. Em três semanas, ele desembarcou em Porto Velho para ser vice-presidente da BS.

Acompanhe mais um pouco dessa história no link http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/pedreiro-contratou-executivo-523644.shtml#

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A televisão não precisa ser gigante para ter imagens de arrasar. Quando o espaço da sala é pequeno, como em apartamentos, às vezes um modelo de 32 polegadas já resolve.

O INFOLAB testou cinco produtos desse tamanho, ou um pouco maiores, todos com sintonizador de TV digital. Veja nossas conclusões abaixo e decida se um deles merece um lugar na sua estante durante a Copa do Mundo.

Clique nas imagens para ver os reviews completos.

LG Scarlet II 32LH70YD
É o modelo certo para quem deseja assistir filmes à noite com volume alto sem atrapalhar o sono do vizinho. Essa televisão possui Bluetooth para conexão com fones de ouvido sem fio. Também se destaca por reproduzir vídeos em 1.080p pela porta USB. E nem é tão cara assim, considerando a quantidade de recursos. 2.699 reais.

Philips 32PFL5604D

Não manja nada desse negócio de ajustar imagens? Essa TV dá aquela mãozinha, com um assistente muito bom. Ele divide a tela e pede para você indicar qual lado tem o aspecto mais agradável. Aí adota esses parâmetros como padrões. Também toca filmes em alta definição pela USB. 2.199 reais.

Samsung LN32B550
Fera nas conexões, esse modelo permite ligar tocador de Blu-ray, home theater, decodificador digital de TV paga, videogame, notebook e filmadora. Tudo junto. Tem quatro portas HDMI, duas de vídeo componente e duas de vídeo composto. Outro ponto positivo é o som de boa qualidade. 1.976 reais.


,
Panasonic Viera TC-L37G11B
Se 32 polegadas são pouco para os olhos e 42 são muito para a estante, a solução pode estar no meio-termo. Esse modelo tem 37 polegadas, é full HD e tem sintonizador de TV digital. A qualidade da imagem convence. O maior problema é a falta de porta USB para reproduzir conteúdo. 2.199 reais.

AOC D32W831
Sem full HD, sem USB para rodar vídeos do pen drive, sem imagens maravilhosas e sem qualidade de áudio incrível. Essa televisão básica da AOC é uma opção para quem quer aposentar o modelo de tubo e entrar no mundo da TV digital sem estourar o orçamento. Com resolução de 1.366 por 768 pixels, custa 1.499 reais.

Fonte: INFO Abril
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  • Televisor de LCD – Sabendo um pouco mais

Além de caros, não são indicados para uso constante.

netsbooksAs tarefas de escritório são as que os netbooks desempenham com freqüência, e para estas não há diferença de desempenho entre os modelos testados, já que todos trazem configurações bem parecidas. Entretanto, a praticidade tem um preço: além do alto valor, os netbooks são indicados apenas para uso esporádico.

Tela reduzida
Os netbooks testados têm telas de 10,1″, ou quase 26 cm de diagonal.

Configuração enxuta
O tamanho compacto e peso reduzido deixam os netbooks bem “básicos”, sem leitor de CD ou DVD, com menos memória que os laptops e processadores mais lentos.

Sem mudanças de sistema
Não é possível mudar em algumas marcas: o HP não aceitou o Linux e o Samsung não aceitou o Vista.

Pouca versatilidade
Apesar de todos trazerem as mesmas quantidades de entradas USB e conexões, apenas Lenovo e LG compartilham arquivos via Bluetooth com outros aparelhos com a mesma
tecnologia. Além disso, somente o LG também traz entrada Smart Link, que serve como um modem de 56 KB.

Conexão lenta
A placa do netbook da Lenovo tem velocidade máxima de 36 Mbps, enquanto Asus e LG conectam-se a no máximo 54 Mbps e HP a 48 Mbps. Nenhum dos modelos consegue se conectar com obstáculos de concreto entre ele e o ponto de acesso. Na conexão Wi-Fi, LG recebia 20% do sinal a 30m de distância, enquanto o Asus só recebia 2%. A 45 metros, nenhum se conecta.

Conforto zero
Devido à tela reduzida e ergonomia, não é recomendável substituir seu PC por um netbook – ou ter o netbook como única opção de computador.

Nada de jogos
Os netbooks testados não possuem capacidade gráfica para a instalação de jogos.

Gráficos limitados
Os recursos gráficos são suficientes para navegar na internet e rodar programas básicos. Programas de edição de imagens, que exigem muita memória, não funcionam bem nos netbooks.

Preço salgado
Os preços dos modelos avaliados variam entre R$ 999 e R$ 1.699, bem acima do valor encontrado em outros países.

Fonte: Info PRO TESTE

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