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Mais barata e prática, mas ainda restrita.

A internet via rede elétrica ainda está longe da maioria dos brasileiros. Em São Paulo, primeira cidade em que a tecnologia BPL (broadband over power lines, em inglês) está disponível ao consumidor doméstico, apenas 300 endereços distribuídos nos bairros de Jardins, Moema e Pinheiros estão adequadamente equipados para usufruir da novidade. É pouco. Mas os benefícios para esses consumidores e, eventualmente, os futuros – são evidentes.

Clique na imagem abaixo e entenda como a tecnologia funciona

Como funciona a   internet pela rede elétrica

Segundo a Intelig, distribuidora do serviço, o plano básico, com velocidade de 5 Mbps, custa 75 reais por mês. São 15 reais a menos do que os similares via cabo. A diferença é proporcional à capacidade de transmissão de dados. O pacote de 15 Mbps, por exemplo, limite da rede baseada em eletricidade, sai por 125 reais. Planos similares de operadoras a cabo variam entre 119 reais e 199 reais. A operadora aponta que os valores mais baixos são consequência do aproveitamento de uma rede já existente – mas não explorada – e incentivos para a propagação do modelo.

De acordo com Emerson Hioki, diretor de operações da AES Eletropaulo Telecom, parceira da Intelig no fornecimento do serviço a São Paulo, foram investidos 20 milhões na estrutura atual, baseada na transmissão de dados via fibra ótica. Ao chegar ao destino final, o sinal é convertido em pulso elétrico. “Para aumentar o número de consumidores beneficiados, é preciso expandir a infraestrutura a outras áreas. Isso dependerá da demanda do mercado”, garante Hioki. Sim, já há planos para levar a “web elétrica” a mais gente, mas a empresa guarda essa informação como um segredo.

Para que a transmissão via rede elétrica convencional, usando os velhos fios de postes, avance, também será necessário investimento. Nesse caso, será preciso investir em equipamentos como repetidores, que mantém o nível do sinal que viaja pela rede, garantindo que não haja perda de dados.

Contras - Apesar das vantagens, persistem problemas que podem prejudicar a experiência do consumidor final. Aparelhos eletrônicos podem causar interferência, levando à queda da velocidade na transmissão de dados. A melhor forma de evitar o problema consiste na instalação de filtros para as tomadas. Fora de casa, os postes estão expostos a diversos tipos de intempéries, incluindo o ruído proveniente dos transformadores, que devem ser contornadas para evitar o bloqueio do sinal.

Fonte:  http://veja.abril.com.br/

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Hoje em dia vemos muitas novidades na áreas dos netbooks, termo esse popularizado principalmente pelo clássico Asus Eee PC, que fez o “boom” na categoria. Com netbooks para lá e para cá, há pouco usuário que saiba dizer que notebooks e netbooks, que ao falar praticamente soltam os mesmos sons, são dois tipos de dispositivos diferentes. Mas o que significa na prática a diferença entre os dois? E o que a mídia vende dos dois conceitos?

Vale lembrar que, desde o início da explosão dos netbooks, ora por vezes erroneamente considerados “subnotebooks“, as empresas deixaram claro que tratam-se de coisas diferentes.

NoteBookNetoobkAnalisando as diferenças, citamos que, os netbooks são dispositivos que possuem por objetivo primário te levar à internet, ou seja, eles nunca substituirão os velhos notebooks.
Os notebooks já possuem por tarefa serem sistemas para uso portátil geral, com alto poder de processamento, placas de vídeo poderosas e hardware em geral mais potente, para então ter uma maior capacidade multimídia (visualizar vídeos, etc) e de trabalho (fazer documentos, planilhas, abrir programas específicos), e em alguns casos, serem voltados para jogos; mas uma coisa é certa: têm característica de multi-tarefas.
Os netbooks, por sua vez, são em maioria aparelhos de baixo custo e altamente portáteis, feitos para se fazer uma tarefa simples por vez.

Normalmente, quem tem um notebook acaba comprando um netbook, para tarefas mais simples e que não exigem muito da máquina. Quando saem para ir até a faculdade e anotarem alguns dados das aulas, e acessar a internet, levam o netbook. Quando vão viajar, e querem algo mais completo, acabam levando o notebook.

E os subnotebooks? Embora hoje mais distantes, estes são projetados para serem completos e multi-tarefas também, contudo, mais compactos, de menor preço e menos potentes, em geral atingindo a camada de menor poder aquisitivo da população; mas não são tão simples e focados num determinado fim quanto os netbooks.

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Com o surgimento dos comunicadores instantâneos (chats online, blogs, MSN, ICQ), surgiu também uma linguagem típica da internet. Ela é caracterizada pela agilidade e facilidade de escrita, e, por isso, é composta quase que inteiramente por abreviações – ou podemos até dizer por códigos. Aliás, se uma pessoa que não está acostumada a conversar em chats online, se deparar com a frase abaixo, dificilmente conseguirá entender muita coisa:

Pq vc naum xego na hr q eu t flei? Traduzindo, seria: “Por que você não chegou na hora em que eu te falei?”. Esse é o chamado “internetês“.

No início, a linguagem típica dos jovens na internet (p.ex: novidade = 9idade; não = naum; beleza = blz, dentre outros), parecia estar restrita aos chats, blogs e ICQs. O uso do “internetês”, no entanto, já influencia a escrita de adolescentes em sala de aula e preocupa educadores (alerta aos pais).

Dialeto DigitalO uso dessa linguagem ou dialeto, é fruto da primeira geração de jovens que foi alfabetizada, ao mesmo tempo em que, aprendia a se comunicar pela internet. A necessidade de se comunicar usando o teclado de forma ágil, velozmente fez com que o “internetês” se disseminasse pelos grupos de adolescentes usuários de internet.

Para especialistas em língua portuguesa, trata-se de um vício que prejudica a construção do texto dissertativo. O problema é que, nos jovens a linguagem que predomina é a coloquial(1), que no caso, sofre forte influência do meio. Então, corre-se o risco desse vício tornar-se linguagem única para essa faixa de idade.

Isso pode ser extremamente prejudicial na construção de textos como em redações para concursos, provas, entrevistas e futuramente no próprio trabalho.

A ocorrência desse fenômeno é menor em pessoas que já têm estabelecidos as linguagens coloquial e formal(2), mesmo que as mesmas utilizem o “internetês” quando usando a internet.

O principal problema do internetês é quando esta forma errada passa-se a virar rotina e causar dúvidas na hora da escrita correta.

Códigos do “internetês”:
blz (beleza)
koeh (qual é)
kra (cara)
ksa (casa)
lgl (legal)
mlk (moleque)
qndu (quando)
cmu (como)
xim (sim)
krac (caraca)
eh (é)
xempli (sempre)
ms (meus)
tdu (tudo)
q (que)
d (de)
kd (cadê)
v6 (vocês)
cntgu (contigo)
tbm (também)
fla (falar)
pq (por que)

Glossário:
(1) Linguagem Coloquial – é a linguagem usada no cotidiano em que não exige a observância total da gramática, de modo que haja mais fluidez na comunicação.
(2) Linguagem Formal – é a linguagem usada necessariamente para escrever textos acadêmicos, redações e trabalhos escolares ou relatórios.

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Bluetooth – Comunicação Sem fio entre Dispositivos

As origens

De início, o Bluetooth era basicamente para eliminar a necessidade de cabos e para estabelecer a comunicação entre dispositivos. Contudo, ficou explícito a infinidade de aplicações dessa tecnologia.

Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo para a comunicação sem fio entre dispositivos eletrônicos a curtas distâncias.

Começou a ser desenvolvida em 1994 pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia; hoje este consórcio inclui mais de 2.000 empresas.

Baseada em um link de rádio de curto alcance e baixo custo, essa tecnologia pode conectar vários tipos de dispositivos sem a necessidade de cabos, proporcionando uma maior liberdade de movimento.

Opera dentro da banda dos 2,4 GigaHertz, com alcance máximo de aproximadamente 10 metros. Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação.

A velocidade de transmissão de dados no Bluetooth ainda é baixa. Na versão 2 atinge um máximo de 3 Mbps(1). Em busca de mais velocidade, a versão 3 promete atingir taxas de transmissão em até 24 Mbps.

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Redes Bluetooth

Quando dois ou mais dispositivos se comunicam através de uma conexão Bluetooth, eles formam uma rede denominada piconet. Nessa comunicação, o dispositivo que iniciou a conexão assume o papel de master (mestre), enquanto que os demais dispositivos se tornam slave (escravos). Cabe ao master a tarefa de regular a transmissão de dados entre a rede e o sincronismo entre os dispositivos.

Versões do Bluetooth

Versão 1 – É a versão inicial e que abrange os releases 1.1 e 1.2.
Versão 2 – Lançada em 2004 com importantes aperfeiçoamentos. Vai da 2.0 à 2.1. A mais utilizada no momento.
Versão 3 – Recém lançada em abril desse ano. Apesar de várias melhorias nas características e maior velocidade de transmissão, consome menos energia.

Casos de aplicação

1) Conexão sem fio entre o computador à impressoras, scanners, mouse, teclado e até mesmo à uma rede local(2). Necessário, evidente, que os dispositivos disponham da tecnologia;

2) Conexão sem fio entre telefone celular e computador ou a outro celular; entre computador e notebook.

3) Um dispositivo Bluetooth funcionando como um identificador pessoal de um usuário pode comunicar-se com outros dispositivos Bluetooth na sua residência. Por exemplo, ao chegar em casa, a porta abre-se automaticamente para o dono entrar e as luzes são acesas;

Com a popularização das redes Wi-Fi(3), o objetivo do Bluetooth é permitir a intercomunicação de dispositivos próximos utilizando o menor consumo de energia possível, até porque estes dispositivos utilizam baterias de pequena duração.

Origem do nome (Fonte: Wikipédia)

O nome Bluetooth é uma homenagem ao rei da Dinamarca e Noruega Harald Blåtand – em inglês Harold Bluetooth (traduzido como dente azul, embora em dinamarquês signifique tez escura). Blåtand é conhecido por unificar as tribos norueguesas, suecas e dinamarquesas. Da mesma forma, o protocolo procura unir diferentes tecnologias, como telefones móveis e computadores.

Glossário:

(1) Mbps ou MBytes/s -> são siglas da unidade de transmissão denominada Megabyte por segundo, no qual é oito vezes maior que o mbps (megabit por segundo). Atente para a consoante inicial de cada unidade de medida. O Megabyte é escrito em maiúsculo e o megabit em mínúsculo.

Analisemos as continhas abaixo:
* 8 mbps = 1 Mbps (8 megabit/s equivalem a 1 Megabyte/s)
* 1 mbps = 1000 kbps (1 megabit/s equivale a 1 kbps)
* 1 kbps = 1000000 bps (1 kilobit/s equivale a 1.000.000 bps (bit por segundo))

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Pondo mais lenha na fogueira:
* O megabit por segundo (mbps) não deve ser confundido com o megabyte por segundo (Mbps), pois:
-> 1000000 bit/s (bps) = 1 Mbit/s (um megabit ou um milhão de bits por segundo)
-> 8000000 bit/s (bps) = 1 MByte/s (um megabyte por segundo)

Alguns exemplos:
=> 32 kbit/s – qualidade de videofone;
=> 2 Mbit/s – qualidade de VHS
=> 8 Mbit/s – qualidade de DVD
=> 55 Mbit/s – qualidade de HDTV

(2) Rede Local – Rede de Área Local (ou LAN, em inglês Local Area Network é um conjunto de computadores e periféricos que estabelecem comunicação entre si, com o fim de compartilhamento de informações e recursos. Essas cobrem apenas uma área limitada à 10 Km.

(3) Rede Wi-Fi – Comumente o termo Wi-Fi é entendido como uma tecnologia de interconexão entre dispositivos sem fios.

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